PROENÇA-A-VELHA
Evolução Histórica e Administrativa Até 1218 pertenceu a Idanha-a-Velha, a antiga Egitânia. 1218 - Em Abril de 1218 recebe foral de D. Pedro Alvites, mestre da Ordem do Templo, em carta concedida com beneplácito de D. Afonso II e D. Urraca.
07
Set 11

 

A Vingança

 

 

 

Sempre que o telefone tocava, ele aguardava que fosse ela a dizer-lhe que o perdoava pelo desgosto que lhe tinha dado.

 

N a verdade, e embora ansiasse pelo perdão, no seu íntimo reconhecia que o que tinha feito não merecia que ela o desculpasse.

 

No entanto também pensava que, se o amor que os uniu durante aqueles quase dois anos era verdadeiro, então o perdão podia vir a suceder.

 

Era pois pensando nesse amor, que ele, com fé e esperança, aguardava que ela acreditasse que em tudo o que tinha acontecido, ele não era culpado.

 

Tudo aconteceu naquela inesquecível tarde de domingo, enquanto aguardava pela namorada na esplanada do café do jardim próximo e encomendou uma imperial à empregada que ali prestava serviço.

 

Só que......

 

(Esta, obedecendo à gentileza de uma menina, cliente habitual e pensando ser um coisa sem qualquer importância, em lugar de levar a imperial que ele tinha encomendado,levou-lhe, a solicitação desta, aquela que tinha acabado de lhe trazer e, para ela pediu-lhe-que lhe trouxesse um sumo de laranja , dizendo-lhe que não se sentia muito bem, ao mesmo tempo que lhe pedia para não dizer nada ao cliente da imperial, pois era uma surpresa, visto serem amigos de longa data).

 

Lembrava-se apenas de ter começado a beber a cerveja e imediatamente a sentir uma grande sonolência. Mais tarde veio a saber que a mulher desconhecida, dizendo que era amiga o havia levado de carro para destino desconhecido.

 

Acordou no dia seguinte deitado num quarto de um hotel da cidade, onde não lhe souberem dizer nada sobre a pessoa que o havia levado para lá.

 

Ficou completamente transtornado ao lembrar-se que tinha ido ao café do jardim para ali aguardar a chegada da pequena que tanto amava.

 

Assim, pegou no telemóvel e ligou para a sua amada, na esperança que ela lhe pudesse dizer algo do que lhe havia acontecido.

 

O telefone chamou vezes sem conta, mas do outro lado apenas o silêncio lhes respondeu.

 

Pensou então que alguma coisa poderia ter sucedido e pensando assim, chamou um táxi e deu-lhe a direção, pedindo rapidez ao motorista.

 

Subiu até ao terceiro andar, saltando os degraus de dois em dois até chegar ao patamar e ficou parado alguns momentos frente à porta da casa onde ela morava.

 

Tocou à campainha insistentemente e ao abrir-se a porta recebeu apenas como informação um “ninguém quer falar consigo” dado pela irmã da namorada.

 

No entanto, como ele tivesse insistido numa explicação, a irmã acabou por lhe dizer:

 

-Tu foste indecente para com a minha irmã, pois quando ela chegou à esplanada do café viu que tu estavas a entrar bem agarradinho a outra mulher para o interior de um automóvel.

 

A minha irmã não te quer ver mais, por isso esquece-a.

 

Ainda tentou explicar-se, dizendo que de nada se lembrava e que tinha acordado no quarto de um hotel da cidade para onde o tinham levado. Mas a rapariga não o quis ouvir e insistiu para que ele se fosse embora e não mais voltasse, ao mesmo tempo que lhe fechou a porta.

 

Com o coração partido e amargurado, desceu a escadas e veio para a rua.

 

Deambulou sem destino toda a tarde e noite. Pela manhã verificou que estava sentado num banco do jardim onde tudo tinha começado.

 

Continuou tentando explicar-se pelo telefone, mas do outro lado ninguém respondia.

 

Desanimado, parou de tentar ao mesmo tempo que tentava perceber o que se havia passado.

 

Ela, a namorada,estava em casa e o telefone tocava constantemente.

 

Não o atendia pensando que seria ele. E ela não o queria sequer ouvir, quanto mais falar-lhe.

 

Quando a irmã dela chegou do emprego, à tarde e perante as inúmeras vezes que o telefone tocava encheu-se de coragem e levantou o auscultador para lhe dizer que não o queria ouvir mais.

 

No entanto do outro lado e sem que ela tivesse tempo de dizer absolutamente nada, uma voz de mulher foi relatando tudo o que se havia passado, naquela tarde de domingo dizendo-lhe a terminar que esta tinha a sido a forma de se vingar, pelo vexame porque havia passado quando ele a trocou por ela naquela passagem de ano dois anos antes, mas que entre eles nada se tinha passado, pois ela deixou-o no hotel e de imediato saiu.

 

Então, cheia de remorsos e enchendo-se de coragem, ligou para ele pedindo-lhe desculpa por ter duvidado do amor que ele sempre tinha afirmado que por ela sentia.

 

E..... falaram.....,e compreenderam-se mutuamente, concluindo que na verdade o amor que os unia era verdadeiro e que o sucedido só tinha servido para os unir ainda mais.

 

 

 

FAfonso

publicado por AALADOSNAMORADOS às 16:26
03
Set 11

sem nome.png
 PEÇO DESCULPA...(aos ladrões ou aos polícias??)


 Esta é a realidade PRESENTE do nosso QUERIDO PORTUGAL

ESTE É O PAÍS EM QUE VIVEMOS.....ISTO É, O PAÍS EM QUE TEMOS DE VIVER.

QUER DIZER...

UM PAÍS VERDADEIRAMENTE.....D E M O C R Á T I C O!!!!!!,

Segundo dizem.......

 

A REALIDADE

 

Por motivos de saúde de um familiar, mais propriamente dito de minha esposa, desloquei-me há dias ao Hospital de Santa Marta, sito na rua do mesmo nome, nesta cidade de Lisboa, capital de umpaís onde, outrora, sob a égide de uma atroz ditadura, se podia passear de dia e de noite sem o MEDO de, em qualquer lugar ou local, se correr o eminente risco de se ser não só assaltado como enxovalhado, esmurrado ou mesmo assassinado. Pois bem, caros leitores, eis um pequeno resumo do que vi e assisti:

 

1- Em frente ao dito Hospital, numa esquina, encontra-se um residente da zona. À frente dele, talvez a uns três metros de distância, um sujeito com aspecto que não engana ninguém minimamente observador, tenta forçar o proprietário de uma viatura estacionada para que o mesmo lhe compre uma peça de vestuário que ele teria algures, mas perto. Como o homem da viatura não lhe desse troco, o vendedor deslocou-se uns vinte metros ao longo do passeio e fez um pequeno sinal para um outro, da mesma estirpe e que eu, depois de os ver aproximar do homem da viatura, iria jurar que não só eram irmãos como seriam mesmo gémeos. Este segundo, certamente como o primeiro beneficiários do famigerado Subsídio de Reinserção Social, que tira a quem trabalha para, na grande maioria dos casos dar a quem não quer trabalhar ,transportando com ele um saco grande, de cor vermelha, sacou de dentro do mesmo dois blusões de marca que, a todo o custo tentava “enfiar” ao cavalheiro que estava dentro da viatura, dizendo mesmo que qualquer das peças custavam na casa onde os havia “adquirido”, para cima de cento e cinquenta euros, -o que eu acredito-, mas que lhe vendia cada um por vinte euros.

Felizmente que ainda vai havendo pessoas honestas e por isso, desta vez estes “trabalhadores” não fizeram negócio.

Contudo, como “trabalho” é “trabalho”, estes capangas, ao passarem junto ao homem que estava na esquina da rua e que tal como eu presenciou a “luta” destes dois “trabalhadores/vendedores”, dirigiram-se ao mesmo questionando-o se não estava interessado numa garrafa de azeite. O homem retorquiu que não, ao mesmo tempo que se deslocava pelo passeio, “fugindo” ao contacto com estes escroques. Eu segui no sentido contrário, precisamente no sentido que estes “reis das ruas” seguiram e, ato contínuo reparo que um deles entrou num pequeno mini-mercado situado mesmo frente à entrada do Hospital e meros segundos passados, saiu com uma garrafa de litro de cerveja na mão. Eu achei estranho e entrei logo de seguida no dito estabelecimento e perguntei à empregada se tinha vendido alguma bebida, ao que ela -de origem estrangeira, me respondeu que não senhor, não tinha vendido nada.

Saí e, qual não é o meu espanto, quando, a uns dez metros de distância do mini-mercado, na entrada de um prédio, estavam os dois “trabalhadores/vendedores”, cada um com seu copo de plástico, bebendo a dita cerveja com a maior das calmas deste mundo, como se da coisa mais banal se tratasse. 

 

2 -– Agora a parte que eu considero miserável e demonstrativa da falta de sentido Profissional da Polícia que temos: Mesmo frente ao passeio onde tudo o que acabo de relatar se passou, isto é, no passeio encostado ao dito Hospital, dois polícias tratavam do reboque de uma viatura que estava mal estacionada, -penso que não se tentou saber se a mesma teria servido para transportar alguém de urgência para o dito Hospital-.

Após tratarem do expediente e já com o reboque da própria Policia estacionado frente à viatura transgressora, e sem pressa alguma, dirigiram-se ao agente policial que estava de serviço à entrada do Hospital, cavaqueando os três, sobre não sei o quê, até que se separaram alguns metros deste último, ato que foi por mim aproveitado, -cumprindo um dever de cidadania- para relatar ao mesmo o que havia observado, indicando-lhe mesmo o local onde os mesmos estavam bebendo a cerveja que haviam ROUBADO do mini-mercado.

 

E caros contribuintes que me estão lendo, a resposta veio de imediato e reveladora do País em que vivemos, da autoridade que por nós é paga para nos proteger e em especial da D E M O C R A C I A que temos ,onde se protejem os gatunos, os corruptos, os assaltantes, os pedófilos, os gangs de todas as espécies, MAS ONDE AS VÍTIMAS NÃO TÊM QUEM AS PROTEJA.

 

"EU NÃO VI NADA"

Foi esta a resposta. 

 

Esta é a verdade real do país que temos.

 UMA VERGONHA!!!!

 

 

FAfonso

publicado por AALADOSNAMORADOS às 16:05
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